sábado, 27 de setembro de 2014

Coursera estreita laços com Brasil

Em passagem rápida pelo país, Daphne Koller, cofundadora da plataforma, desenhou parcerias com instituições brasileiras


Foi uma visita relâmpago, mas intensa. Em um dia e meio no Brasil, num pitstop entre Inglaterra e EUA, a cofundadora do CourseraDaphne Koller,costurou parcerias para aumentar a penetração de sua plataforma de Moocs entre estudantes brasileiros. A primeira delas é um acordo com a Fundação Lemann para a tradução das legendas dos cursos preferidos dos brasileiros para o português. Mas os amantes dos Moocs no Brasil – e sim, há muitos – podem esperar: vem mais por aí. “Queremos firmar parcerias para aumentar o acesso de estudantes brasileiros no Coursera”, afirmou a professora, que, ao lançar a plataforma há dois anos, se tornou um dos nomes fortes do movimento internacional dos Moocs pelo mundo.
Com 250 mil estudantes na plataforma, o Brasil é um dos países com o maior número de matrículas e está também entre os que mais crescem. E com as legendas em português, a tendência é que esse contingente aumente ainda mais. Os seis primeiros cursos traduzidos já foram definidos (veja a lista completa no fim do texto). “Como grandes usuários da plataforma, os brasileiros estão presentes em todos os tipos de curso, especialmente os de negócios, empreendedorismo, tecnologia da informação e humanidades”, disse Koller ao Porvir.
digitalreflect - Fotofolia.comCoursera terá cursos em português

Por enquanto, a tradução ficará apenas nas legendas e não inclui adaptação de slides e da lista de leitura obrigatória, exercícios e avaliações – o que tornaria o processo muito mais custoso, pontuou Koller. Para fazer o curso, o interessado deve entrar no próprio site do Coursera e se inscrever normalmente (veja passo a passo como se inscrever).No entanto, a literatura requerida abre a possibilidade de instituições brasileiras sugerirem materiais de qualidade em português para que a lista de leitura obrigatória tenha opção para não falantes da língua inglesa. “O Brasil tem instituições de altíssima qualidade que poderiam fazer esse tipo de serviço”, sugeriu Denis Mizne, CEO da Fundação Lemann.
Koller ainda não fala sobre se ou quais universidades brasileiras poderão participar da plataforma, como já fazem mais de 100 ao redor do mundo. Mas ela diz que muitas parcerias são possíveis e cita o exemplo do portal chinês Coursera Zone, feito com a empresa chinesa de internet NetEase para ajudar a romper a barreira linguística dos estudantes chineses. O ambiente virtual traz fóruns de discussão, depoimentos, além de sinopses de cursos e orientações sobre a plataforma em chinês.
Além da barreira linguística, que o Coursera tem tentado romper com parcerias locais, outro grande desafio que enfrenta é o acesso à internet em regiões menos favorecidas do planeta. “Não somos nós que vamos resolver sozinhos essa questão de infraestrutura, mas já há iniciativas que trabalham com isso. Na Índia, existe um projeto que vai prover internet banda larga no país de forma que todas as vilas fiquem a uma distância razoável de um lugar que tenha acesso à internet”, citou a especialista.
Enquanto iniciativas como essa não acontecem de maneira consistente em todas as regiões do mundo, o Coursera iniciou um projeto de hubs presenciais. A plataforma faz parcerias com organizações locais de áreas em que pessoas tenham dificuldade de ter acesso à internet. Esses espaços combinam horários com seus frequentadores para debater determinadas aulas. Um facilitador, que pode ser um professor da área ou um aluno da região que tenha completado o curso com sucesso, faz uma discussão orientada sobre a aula.
Futuro diferente
Todas essas possibilidades trazidas pelos Moocs, acredita Koller, levam a uma reflexão sobre a educação superior. O principal público do Coursera, por exemplo, é formado por pessoas que já têm um diploma universitário. “Esses alunos precisam buscar uma formação porque o diploma que conseguiram há 20 anos não responde mais às demandas de mercado hoje”, afirmou ela, que completou, brincando: “Se você dormisse em uma sala de aula há 400 anos e acordasse hoje, você saberia exatamente onde está. Se você dormisse em um hospital ou em qualquer outro lugar isso não aconteceria”.
Ainda sobre espaço físico, seu palpite é que uma remodelação vai se mostrar necessária. “Se você é um dono de universidade e está construindo um auditório de 450 lugares, eu acho que você deveria repensar isso. Não necessariamente o tamanho, mas esse espaço deve permitir interações pessoais, trabalhos em grupo”, sugeriu a professora. Ela mesma como professora diz preferir ambientes mais planos para suas aulas para garantir que a troca entre pares ocorra sem obstáculos físicos.
Koller cita também os benefícios que o uso de dados pode trazer ao ensino. Hoje, no Coursera, os “rastros” que os alunos deixam na plataforma podem ser analisados pela universidade que promove o curso a fim de que a instituição possa melhorar seus métodos. Elas conseguem saber que atividades são mais apreciadas, quais as que têm maior taxa de abandono, que exercícios os alunos erram mais frequentemente. “As universidades podem estudar os dados dos alunos e melhorar seus processos de aprendizagem”, afirma a professora.
Confira os cursos que terão legendas produzidas pela Fundação Lemann.


http://porvir.org/porcriar/coursera-estreita-lacos-brasil/20140410Fonte: 

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Inglês de graça com aulas de 3 minutos online

Site ensina inglês de graça com aulas de 3 minutos


Plataforma Você Aprende Agora, reúne 618 vídeos curtos com conteúdos que vão do nível básico ao avançado

A contagem regressiva para a Copa do Mundo pode ser um bom motivo para decidir estudar outros idiomas, afinal, o taxista precisará entender o destino de seu passageiro, o garçom terá de anotar o pedido do cliente e outros tantos profissionais terão de interagir com o público em inglês. Para quem não tem nem tempo nem dinheiro para dedicar ao ensino da língua, o curso online desenvolvido pelo professor Felipe Dib pode ser uma alternativa. Com vídeos de 3 minutos, o site Você Aprende Agora reúne 618 aulas de inglês, todas gratuitas e dadas pelo empreendedor, do nível básico ao fluente.
Dib sempre teve dificuldades para aprender inglês em cursos de idiomas tradicionais. Após experiências frustradas, decidiu fazer um intercâmbio e ir para a Nova Zelândia aprender na prática. Quando voltou ao país, cursou pós-graduação em ensino e aprendizado de língua inglesa e passou a dar aulas em Campo Grande (MS). A ideia de gravar vídeos ensinando inglês surgiu em 2011 após o professor sofrer dois acidentes de carro em um curto espaço de tempo. “Foi a forma que eu encontrei para agradecer a Deus por ter sobrevivido aos acidentes”, explicou. A partir daí, ele começou a gravar aulas em casa e disponibilizar o material de forma gratuita no Youtube. Em março de 2013, os vídeos migraram para o site atual do curso. 
wowomnom / Fotolia.comPlataforma Você Aprende Agora, reúne 618 vídeos curtos com conteúdos que vão do nível básico ao avançado
No Você Aprende Agora, o aluno pode acessar os vídeos por uma sequência ou selecionar o tema que deseja ver, como modal verbs, prepositions e tag questions. Às vezes, o foco da aula não é uma questão gramatical. Em um vídeo, por exemplo, Dib fala sobre a Copa do Mundo 2014 e lembra da primeira vez que o Brasil foi escolhido para sediar o evento.
Todas as aulas são disponibilizadas de forma gratuita. No entanto, se o usuário quiser treinar os conhecimentos adquiridos e fazer exercícios, deve optar por um dos quatro planos de pagamento existentes no site. Os valores variam de acordo com a quantidade de exercícios que o aluno quiser contratar. No plano mais simples, para ter direito a resolver 50 exercícios, o usuário deverá desembolsar R$49. No maior plano, de R$389 (parceláveis em seis vezes), o estudante tem direito a fazer 1.000 exercícios, ter uma hora de aula particular com Dib por Skype e ainda recebe um certificado emitido pelo Institute of Education, uma entidade de ensino e pesquisa da Universidade de Londres.
A metodologia desenvolvida por Dib possui foco na abordagem comunicativa, um método de ensino voltado para a comunicação. Nesse formato, o aluno aprende termos e atividades cotidianas que o auxiliam na interação com outros falantes da língua. Nos primeiros vídeos, por exemplo, ele ensina expressões usadas para iniciar um diálogo. “A nossa metodologia prevê que o usuário dedique dez minutos para cada aula. Primeiro, ele entende; depois, ele repete e escreve os conceitos da aula. ” O desenvolvimento do usuário também pode ser acompanhado ao longo do curso. É possível saber quando a pessoa se cadastrou, o número de exercícios que ela fez, quantos estavam corretos e a barra de progressão individual em cada módulo.
Para desenvolver a plataforma, Dib utilizou recursos de gamificação. A intenção era tornar o curso mais atraente e fazer com que o usuário completasse todas as aulas. Além de receber pontos pelas atividades que fez, conforme o aluno assiste às aulas, ele acumula pontos que o classificam dentro de um ranking de usuários. No entanto, ele só tem acesso à pontuação dos colocados que têm um desempenho próximo ao dele. “Antes a gente apresentava os 20 melhores, mas eu percebi que isso estava desencorajando os alunos”, contou Dib.
A maioria dos usuários cadastrados no Você Aprende Agora são brasileiros. Porém, segundo o professor, existem acessos de residentes em outros países, como Portugal, Estados Unidos, Irlanda e Japão. De olho nos usuários que falam em espanhol e precisam aprender inglês, há um mês, Dib lançou oTú Aprendes Ahora, que é uma versão da plataforma em que, em vez de português, as explicações são dadas em espanhol. De acordo com ele, a intenção é conseguir atender a demanda de alunos da América Latina.
Fonte: http://porvir.org/porcriar/site-ensina-ingles-de-graca-aulas-de-3-minutos/20140311

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Lógica - exercite o cérebro



Lógica - do Blog mais:  Ai vai um pequeno desafio para se cérebro.
Em relação a um código de 5 letras, sabe-se que o código
– CLAVE não possui letras em comum;
– LUVRA possui uma letra em comum, que está na posição correta;
– TUVCA possui duas letras em comum, uma na posição correta e a outra não;
– LUTRE possui duas letras em comum, ambas na posição correta.
Numerando, da esquerda para a direita, as letras do código com 1, 2, 3, 4 e 5, as informações dadas são suficientes para determinar, no máximo, as letras em
a) 1 e 2.
b) 2 e 3.
c) 1, 2 e 3.
d) 1, 3 e 4.
e) 2, 3 e 4.

A resposta estará aqui depois de um dia de publicado, por enquanto dê sua resposta nos comentários!
Fonte: http://blogmais.org/2012/02/02/desafios-de-logica-determine-as-letras/
Passe o mouse para ver a resposta: Resposta: As letras são U e T e os numero são 2 e 3.

Para postar IFET em 25 de setembro

http://img.xmensagens.com/garfield/57.gif
Um aparte...
Revejam/refaçam tudo o que você não conseguiram a maior nota das semanas anteriores (Glossário, Questionários, tudo). Na "pior" das hipóteses, vai ser uma ótima forma de estudar. :)
Lembre-se:  Estou torcendo por você!
http://2.bp.blogspot.com/-iQHsVGdpBGc/TjriyGczYNI/AAAAAAAAAUU/nO15vW7vcwE/s1600/TORCER+BB.jpeg(Matthaus  "falando"   ' Força!' pra vocês. :) )
http://www.orkugifs.com/images/toda-sorte-do-mundo-pra-voce!_4274.gif
 Ele tentou imitar
o gato aí do lado, mas já deu para perceber que não deu muito certo. :) Mas o desejo é sincero!! ;)
http://images.paraorkut.com/img/recados/Garfield_536740463_ga010.jpghttp://4.bp.blogspot.com/_nJcsdj_wRd0/TETylQXsSEI/AAAAAAAAAI8/kCGrFWzkU_E/s320/garfield35tchau.gif

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Alunos aprendem inglês com idosos americanos

Projeto do CNA promove intercâmbio entre culturas e oferece a oportunidade do estudante participar de uma conversa real
De um lado, estudantes brasileiros que desejam treinar o inglês. Do outro, idosos americanos que buscam alguém para conversar. Entre eles, apenas uma ferramenta de videochat, que permite a comunicação à distância pela internet. Com essa proposta, o vídeo de divulgação do projeto Speaking Exchange, da rede de escolas de idiomas CNA, já alcançou mais de 900.000 visualizações no YouTube em apenas uma semana. Além de auxiliar no desenvolvimento de habilidades orais do idioma, a ação que chamou atenção na internet também pode incluir outras experiências interessantes.
O projeto-piloto do Speaking Exchange foi realizado com a participação de 30 alunos do nível avançado da unidade do CNA Liberdade, localizado na região central de São Paulo, e 12 idosos da casa de repouso Windsor Park, em Chicago. De acordo com Luciana Fortuna, diretora de marketing do CNA, o objetivo da ação era unir os conhecimentos que são apresentados em sala de aula ao dia a dia dos alunos. “A troca de experiências, entre estudantes brasileiros que praticam o inglês e idosos americanos, estabelece um relacionamento que ultrapassa as barreiras geográficas e de linguagem, agregando valor à vida dos participantes.”
Kristin Gründler / Fotolia.com

“Por mais que a gente simule [um diálogo] na sala de aula, alunos e professores partilham o mesmo background”, explicou Marcelo Barros, diretor de educação do CNA. Segundo ele, quando o estudante tem uma experiência real de diálogo, ele conversa com um estrangeiro que está inserido em um contexto sociocultural bastante diferente do seu. “O mais interessante disso é que, durante a conversa, podem existir falhas de comunicação e, para serem entendidos, eles precisaram repetir ou parafrasear.”
Os diálogos entre os alunos e os idosos são gravados e publicados como vídeos privados no YouTube. Assistindo ao material, junto com os estudantes, os professores podem avaliar o desempenho e conseguem apontar alguns erros. De acordo com Barros, a intenção não é corrigir exatamente tudo, mas o que atrapalha no processo comunicativo. “Os alunos tendem a cometer sempre os mesmos erros, nos mesmo lugares. Com essa ferramenta, é possível mostrar onde estão os erros, evitando que eles se repitam outras vezes”, contou Barros.
“No começo, existe uma certa insegurança dos alunos, mas como os interlocutores são tão receptivos e os brasileiros possuem uma característica natural de serem persistentes, essa experiência acaba se tornando bastante positiva”, avaliou o diretor de educação.
Reprodução

Além de adquirir mais fluência no idioma, Barros afirma que o projeto pode incluir outras aprendizagens e conhecimentos. “Aprender sobre uma outra cultura amplia a dimensão de mundo”, pontuou, exemplificando que, ao manter uma conversa com um idoso de Chicago, provavelmente o aluno vai se interessar em buscar mais informações sobre o local, o clima e a cultura da região. Outro aspecto considerado por ele é a possibilidade de entrar em contato com os idosos, desenvolver empatia, aprender a valorizar essa faixa etária e criar laços afetivos, culturais e educacionais.
Durante as conversas, os idosos também podem atuar como verdadeiros professores de inglês nativos. No vídeo é possível ver uma das alunas contando para uma senhora quantos anos o seu irmão tem. Com delicadeza, a mulher sugere para a menina a forma correta que ela deveria ter formulado aquela frase.
Segundo a diretora de marketing do CNA, após os resultados alcançados com a etapa-piloto, a partir de agora o projeto entra em fase de implementação. A ideia é que o Speaking Exchange possa ser utilizado nas 580 unidades de todo o país. “Os nossos alunos, de fato, conseguiram desenvolver conversas interessantes com os idosos, utilizando o inglês que aprenderam em sala de aula”, afirmou.
Fonte: http://porvir.org/porfazer/alunos-aprendem-ingles-idosos-americanos/20140514

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Prêmio reconhece projetos inovadores de educação

Microsoft irá selecionar 20 educadores para participar do Fórum Global de Educadores nos EUA
Com o objetivo de reconhecer educadores que utilizam a tecnologia para promover mudanças na sala de aula, a Microsoft está com inscrições abertas para o prêmio Educadores Especialistas da América Latina contam sua história. A iniciativa irá destacar 20 projetos realizados por professores de toda a América Latina. As inscrições podem ser realizadas até o dia 7 de outubro.
O prêmio busca favorecer o desenvolvimento de habilidades do século 21 a partir do uso da tecnologia. Podem participar educadores que tenham atuado na função de docente em instituições de educação básica da América Latina nos últimos três anos, sejam elas públicas ou privadas.
Crédito Sergey Nivens/Fotolia.comPrêmio reconhece projetos inovadores de educação

Para se inscrever, os professores devem criar um perfil no Microsoft Educator Network, página que reúne educadores para discutir sobre educação e tecnologia, além de disponibilizar o acesso para ferramentas livres, atividades de aprendizagem e tutoriais. Os educadores devem utilizar a página para inserir o projeto que desenvolveram com os seus alunos.
Após realizar esse cadastro, eles devem escrever um relato contando a sua história. O texto deve conter informações sobre sua inserção profissional e experiência com práticas educativas inovadoras. O relato pode ter no máximo 5 mil caracteres e  deve ser iniciado com a hashtag #EducatorExpert. A nota deverá ser postada na página da Microsoft Educación no Facebook com o link para o projeto publicado no Educator Network.
Após a avaliação de um júri especializado, serão selecionadas 114 professores da América Latina. Eles ganharão um smartphone Windows Phone Nokia, modelo Lumia 630 Dual Chip com TV, e irão participar do Fórum Virtual de Educadores Especialistas latino-americanos da Microsoft Educação. Durante o evento, eles deverão apresentar os seus relatos em inglês para um júri internacional, que fará uma seleção final de 20 educadores para viajarem até Redmond, nos Estados Unidos, onde acompanharão o Fórum Global de Educadores da Microsoft Educação.
Fonte: http://porvir.org/porfazer/premio-reconhece-projetos-inovadores-de-educacao/20140919

domingo, 21 de setembro de 2014

Dobra o número de alunos latinoamericanos em cursos de pós na Espanha

A Espanha tem atraído cada vez mais jovens latino-americanos que desejam fazer pós-graduação no exterior. No período 2013-2014, foram 11.301, o dobro do registrado entre 2008 e 2009, quando 5.711 jovens cruzaram o Atlântico após terminarem a universidade, segundo dados do Ministério da Educação.
Até pela questão do idioma, os alunos provenientes da América Latina são o maior grupo estrangeiro estudando na Espanha, à frente dos próprios europeus.